Literatura contemporânea no Amazonas: um banzeiro em ascensão
- segundaviablog
- 30 de mai.
- 2 min de leitura

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Há muitas razões para celebrar o momento atravessado pela produção literária no Amazonas de hoje. Senão, vejamos.
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De um lado, temos o surgimento de uma editora independente, a Transe, que elevou o nível das publicações autorais produzidas no Estado.
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Autores e autoras também não faltam. Já de muitos anos, Sandra Godinho desponta como uma ficcionista altamente prolífica e que já merece fazer parte do cânone local.

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Na poesia, a renovação promovida pelo Diálogo dos Afetos, de Gabriel Albuquerque, é indiscutível. E o Drone de Yebá Buró, de Thiago Roney, vem com pensamentos poéticos antes inauditos.


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Adanilo publicou sua Dramaturgia Galerosa, e se destaca no texto teatral.
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Com Rasgada ao Meio, Márcia Antonelli sintetiza sua obra contística e se consagra na prosa marginal.
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Maurício Braga se coloca com Hagiografia, E Raissa Jambur impõe uma memória indevassável da crise do oxigênio com seus Papeis Amarelos. Enquanto isso, Jivago Furlan desvenda um Sul de solitude com É Melhor se Recolher. Já na literatura infanto-juvenil, Elaine Andreatta é um nome luminescente. E Wilson Prata cresce na crônica de viagem e no HQ.




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A lista poderia continuar indefinidamente, e por certo há ausências que serão sentidas. Mas nosso texto é limitado e esperamos que os leitores completem o quadro justamente com suas impactantes leituras.
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O que podemos dizer, com os nomes acima mencionados, é que não faltam obras, nem tampouco novidades, variedade e um alto nível de produção. Sempre encontrarão o que querem os leitores mais ou menos exigentes, e nem precisam procurar muito. Tudo o que se falou aqui pode ser achado em nossas livrarias ou em contato direto com os autores nas redes sociais.
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Em resumo, leiam o Amazonas, e naveguem nesse banzeiro que só aumenta. Todos nós só temos a ganhar.






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